Ovar: notícias de contestação ao “simplex” da avaliação criar PDF versão para impressão
15-Jan-2009
O novo Decreto-regulamentar n.º1-A/2009 de 5 de Janeiro com que o governo e a ministra da educação teimam em prosseguir no essencial o modelo de avaliação do desempenho dos docentes, continua a merecer dos professores a devida contestação através dos meios e formas mais imaginativas.
No conselho de Ovar a resistência já se faz sentir com vários exemplos, como o das escolas secundárias, José Macedo Fragateiro e Júlio Dinis e o Agrupamento Ovar-Sul (Válega).
Opinião de José Lopes (Ovar).
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O conflito entre a Ministra e os professores criar PDF versão para impressão
13-Jan-2009
Este vasto conjunto de mudanças abruptas que afectaram a vida profissional dos docentes (cujos vértices mais emblemáticos foram as aulas de substituição, o controle do grau de assiduidade dos docentes, a implementação do tempo de serviço não lectivo prestado na escola e o concurso para professores titulares) não se traduziu numa real melhoria do nível pedagógico ministrado, mas sim na consagração de uma sobrecarga de trabalho pouco útil.
Opinião de Nuno Ferrão
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Olhar diferente e clarividente criar PDF versão para impressão
09-Jan-2009
Felizmente que a lucidez sobre o que está verdadeiramente em causa na falta de entendimento entre professores e Ministério da Educação nos proporcionam "olhares diferentes" como o do Padre Amadeu Pinto, director do Colégio São João de Brito (Notícias Magazine em 14 de Dezembro). É que perante tanta teimosia que se apoderou não só da Ministra e sua equipa, mas do próprio primeiro-ministro, José Sócrates, não haverá dúvidas, como alerta o Padre Amadeu, que, "A manter-se a situação, o ano lectivo é para esquecer. É mais um pernicioso contributo, entre outros, para a hipoteca da sociedade portuguesa de amanhã".
Opinião de José Lopes.
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Quem segura o emprego no patrão Estado? criar PDF versão para impressão
27-Dez-2008
Anunciadas simbolicamente a um Sábado, como exemplo de dinâmica de trabalho do governo ao país, as medidas de reforço do investimento para segurar o emprego em que o executivo de José Sócrates se propõe gastar mais de 2 mil milhões de euros, no apoio às empresas e vários incentivos à contratação e manutenção de postos de trabalho, bem como o incentivo à aposta na "moda" dos estágios profissionais que prolongam a precariedade de jovens licenciados.
Opinião de José Lopes (Ovar)
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Condições para trabalhar criar PDF versão para impressão
18-Dez-2008
Num destes dias, entre a contestação na rua e nas escolas ao modelo de avaliação e a teimosia governamental, ainda foi possível ouvir a Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, reconhecer que nunca houve tão grande exigência à profissão docente e ás escolas.
Opinião de José Lopes
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A feira dos engajadores criar PDF versão para impressão
17-Dez-2008
Há um século, era normal em muitas actividades que houvesse uma fila de trabalhadores, de madrugada, à espera de ser escolhidos, para esse dia de trabalho, pelo engajador. Passaram 100 anos. E levamos, para nossa desdita, com o governo do engenheiro.
Neo-liberal de quatro costados, a coberto do nome "socialista", este governo fabricou leis de trabalho, de trabalho temporário, e de trabalho na função pública que os seus antecessores cavaquistas e barrosistas nunca conseguiram impor. O PS de Sócrates fez o trabalho da direita, melhor do que essa mesma direita foi capaz. E o mercado de trabalho voltou a ser a feira dos engajadores.
Opinião de José Pedro Fernandes
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Critérios diferenciados de sacrifícios criar PDF versão para impressão
01-Dez-2008
A actual crise de confiança no papel do Banco de Portugal, como Autoridade de supervisão de operações financeiras ao nível do sistema bancário, despoletada com o caso BPN, traz à memória dos portugueses os critérios diferenciados de apelos incessantes ao "apertar do cinto" protagonizados por Vítor Constâncio.
Opinião de José Lopes
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Fábula criar PDF versão para impressão
25-Nov-2008
Suponhamos que a miséria em torno do meu bairro me incomoda (é o caso, mas não vou realmente falar disso). Suponhamos que me horrorizam as atitudes dos vizinhos (alguns), que acham que se deve meter os esfarrapados na cadeia.
Solução? Se tivesse miolos de galinha (os frangos que me perdoem por não ser politicamente correcto), abria o meu frigorífico à comunidade. Assim mesmo. Numa de bom samaritano. E se fosse suficientemente persuasivo, ao fim de 3 convidados, conseguiria convencer os seguintes a matar a fome com os cubos de gelo que sobravam.
Opinião de José Pedro Fernandes.
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Ninguém põe ordem nisto?! BPN (Banco Português Nacionalizado) criar PDF versão para impressão
14-Nov-2008
O mundo capitalista e neoliberal torna este planeta cada vez mais poluído e mais difícil de se respirar. O lixo tóxico e não reciclável por si produzido tem vindo ao de cima pondo a nu as enormes lixeiras criadas por este sistema financeiro, demonstrando ser, tal sistema, muito mau para a saúde de todos os animais deste planeta, sejam eles racionais ou irracionais, e levando os seres "racionais", mais uma vez a pagar por um mal, cuja culpa é de todos, mas cujos lucros ficaram só para alguns. Ora isto levou os restantes à mesma miséria de vida!
Opinião de Alberto Fernandes.
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Em resposta ao ministro Mariano Gago criar PDF versão para impressão
14-Nov-2008
Permitam-me que comente a situação financeira das Universidades portuguesas em resposta ao que o ministro do Ensino Superior, Mariano Gago, proferiu. A situação universitária neste país é, no mínimo, catastrófica. Existe um subfinanciamento incrível, no qual as faculdades são obrigadas a esticar o seu orçamento para poderem dar cobro às despesas fixas (e, se possível, adquirir algum material).
Opinião de Marlon Francisco.
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Preparemo-nos criar PDF versão para impressão
13-Nov-2008
Aprovada a Lei do Trabalho, aprovado o Orçamento, há que dizer com clareza: preparemo-nos.
Nas ruas, 120 000 professores deram o mote dos próximos tempos: esperam-nos dias de intensa mobilização e endurecimento da luta popular. O novo Orçamento é claro: a factura da crise vai ser passada a todos nós, e nem as eleições que se avizinham vão pôr limites à ofensiva do neo-liberalismo, ou não teríamos a Lei do Trabalho que passamos a ter.
Opinião de José Pedro Fernandes.
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Espaço público – ocupar para libertar criar PDF versão para impressão
01-Out-2008
O Porto é hoje, um grande centro urbano capaz de produzir mais valias mas totalmente incapaz de dar o salto para fora ou mesmo de ser líder de uma região que é das mais pobres do país para além de sofrer com o hiato instalado entre Lisboa e Porto quer pelas diferenças salariais, pelo acesso aos bens de consumo e mesmo à relação de proximidade com as esferas de decisão do poder politico.
Opinião de Pedro Ferreira do Porto.
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Crise Financeira Mundial
Reforma de 186 euros, depois de trabalhar 35 anos
O nosso leitor Armando Soares, conta-nos a revolta da sua esposa: "com a mesma idade que eu (60 anos) começou a trabalhar antes dos 10 anos, a descontar aos 14, sempre trabalhou, sempre descontou, até que um dia tinha ela 50 anos, o patrão resolveu fechar a empresa (...) Terminou o desemprego próximo dos 55 anos, meteu reforma antecipada, ganha actualmente 186 euros, trabalhou uma vida 35 anos, qualquer rendimento é maior do que o ordenado dela (...)".
Publicamos ainda opiniões de Luís Peres e José Lopes.

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