Golpe de Estado nas Honduras criar PDF versão para impressão
14-Ago-2009
A população das Honduras reovlta-se contra o golpe de Estado
No dia 28 de Junho de 2009, o presidente legítimo das Honduras, Manuel Zelaya, foi expulso do seu país ainda com o pijama no corpo. Todas as forças conservadoras das Honduras - principais políticos, militares, cléricos e grandes empresários - apoiaram o golpe, que serve bem a manutenção do status quo. Mas não contavam com os protestos populares massivos e com a condenação de quase toda a comunidade internacional.  

Para compreender melhor o que são as Honduras e a sua história começamos pelo artigo "Honduras: República das Bananas e das Maquilas". De seguida, num extenso e esclarecedor artigo, Leticia Salomon, especialista hondurenha, explica todos os pormenores do golpe de Estado. Jan Malewski, em artigo publicado na International View Point, cita algumas declarações de Zelaya para enquadrar as motivações dos golpistas. Em "Quem são os golpistas" e "Frente Nacional Contra o Golpe de Estado" pode compreender os dois lados do conflito. Peter Marchetti analisa os movimentos sociais e as possibilidades de emancipação do povo das Honduras.

De seguida, quatro artigos sobre a posição ambígua de Obama e dos EUA face ao golpe: de Maurice Lemoine, de Immanuel Wallerstein, de Amy Goodman, e de Theotonio dos Santos. Em "Os interesses económicos que sustentam o golpe" veja como o petróleo continua a ser determinante. Nikolas Kozloff analisa a influência no golpe de Estado da base militar dos EUA situada nas Honduras. Finalmente, o voto que o Bloco apresentou na Assembleia da República, uma série de cartoons e vídeos contra o golpe, e um conjunto de links para ir acompanhando a evolução da situação nas Honduras.

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