CGTP lança petição pelo alargamento da protecção no desemprego criar PDF versão para impressão
01-Nov-2009
CGTP reivindica alargamento do subsídio de desemprego - Foto do Centro de Emprego de Sintra (Lusa-arquivo)A petição da central sindical reivindica respostas sociais urgentes para desempregados e pensionistas, reclamando também a revogação do factor de sustentabilidade e a alteração das regras de actualização das pensões. O Bloco de Esquerda decidiu igualmente lançar uma campanha pela alargamento do subsídio de desemprego.

A CGTP lançou uma petição para ser entregue na Assembleia da República, que exige respostas sociais urgentes para os desempregados e pensionistas. A petição pode ser assinada online.

A central sindical considera que o desemprego é o problema mais grave da sociedade portuguesa, salientando que há cada vez mais trabalhadores desempregados de longa duração em risco de pobreza, porque já esgotaram o subsídio de desemprego e o subsídio social de desemprego. A CGTP sublinha também que existem milhares de jovens trabalhadores precários desempregados que não têm acesso ao subsídio, por terem contratos de pequena duração ou serem falsos recibos verdes.

Por isso, a petição reclama que seja alargada a protecção no desemprego: "reduzindo os períodos de garantia para 365 e 90 dias dos subsídios de desemprego e social, e o prolongamento deste durante todo o período de recessão". A petição reclama ainda a "majoração das prestações familiares e das prestações de desemprego quando há em simultâneo mais que um desempregado no mesmo agregado".

Também o Bloco de Esquerda, na reunião da sua mesa nacional, decidiu lançar uma campanha pelo alargamento do subsídio de desemprego (leia a resolução aprovada pela mesa nacional do Bloco)

Na petição lançada pela CGTP reivindica-se ainda a revogação do factor de sustentabilidade da segurança social, que tem levado desde 1 de Janeiro de 2008 à redução das pensões para quem se reforma, e a alteração das regras de actualização das pensões, que têm levado a que os reformados vejam ainda mais reduzido o seu parco poder de compra.

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