Marcha pelo Emprego criar PDF versão para impressão
08-Ago-2006

POR QUE PARTICIPO NA MARCHA

Um grande movimento social que reforce esta luta

Participo na Marcha porque acho que é uma iniciativa inédita em Portugal e para ajudar a provar a este Governo que se pode inverter este drama social que é o desemprego e que aflige dezenas de milhares de portugueses.

Depois, porque o seu programa é muito interessante e enriquecedor, dado que vamos poder participar em debates, visitas, seminários e conhecer melhor a realidade de várias zonas do País.

E também porque durante a Marcha o Bloco vai propor medidas concretas, apontando caminhos e desafiando o Governo a fazer da resolução deste problema a sua primeira prioridade, exigindo nomeadamente a revisão do Código do Trabalho, uma promessa eleitoral que José Sócrates não cumpriu.

Finalmente acho que esta iniciativa poderá contribuir para a criação de um grande movimento social que reforce esta luta, e que deve passar pela solidariedade de todos, em particular pelos que não foram atingidos por este flagelo social.

Luís Barroso, Castelo Branco

Despertar a consciência dos jovens

A participação num evento como a marcha do emprego, contra precariedade existente no país, é vital para a mobilização e consequentemente para o despertar da consciência desta geração de jovens. A realidade é que hoje, em comparação com o ano passado, os licenciados desempregados cresceram 14%. Com as novas medidas em relação ao subsídio de desemprego tomadas por este governo, os jovens do século 21 serão as suas maiores vitimas.

Creio que uma mobilização em massa por parte dos jovens irá abrir os olhos e pressionar este governo a tomar medidas mais extraordinárias.Se nós não lhes fizermos frente, quem fará? Hasta La Victoria Siempre!

Ricardo Sá Ferreira, Estudante, porto

Sou vítima das políticas do governo

Porque nunca estive de acordo com as politicas deste governo que perpetua o código de trabalho aprovado pela maioria de direita, criando maior precariedade laboral; porque não concordo com as politicas de protecção social implementadas por este governo, sem justiça social, reduzindo a protecção social, pensões e subsídio de desemprego; porque estou desempregado e a ser a vitima das políticas deste governo; porque não posso de deixar de concordar com as medidas alternativas contra o desemprego e a precariedade e para garantir a continuidade do sistema público de segurança social apresentadas pelo Bloco de Esquerda, como limitar os contratos a um ano, acabar com as empresas de trabalho temporário, criar um patamar mínimo para a segurança social, reforma como única condição 40 anos, entre outras.Porque preciso de dizer a este governo basta e a marcha é essa oportunidade.

David João Borges da Costa, Porto

 
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