Regulamentação - Acupunctura criar PDF versão para impressão
26-Abr-2008
É lamentável que em época de aniversário da Revolução de Abril se verifiquem atentados à democracia como os que estamos a assistir no que respeita à Regulamentação das "Terapias Alternativas", particularmente da Acupunctura.
Opinião de Mónica Neto, cidadã Portuguesa, futura "ex"-acupunctora

A "discussão pública" da dita regulamentação é "conduzida" de forma parcial.

É exigível a prorrogação do prazo de discussão para 4 meses, por ser um assunto de saúde pública demasiado importante para "discutir" de ânimo leve.

É exigível a discussão de todo o documento (lei 45/2003), e não apenas dos dois primeiros pontos que serão talvez até de menor importância.

É necessária a demissão/afastamento do responsável da DGS coordenador da Comissão Técnica Consultiva Prof. Emílio Imperatori, por demonstrada parcialidade na condução de todo este processo.

É exigível que quem quer que seja que venha a participar em qualquer órgão com funções de certificação, acreditação, regulamentação ou fiscalização da Acupunctura, seja obrigatória e democraticamente eleito.

É exigível a não aceitação de candidatos a cargos, com manifesta incompatibilidade por conflito de interesses, para o exercício de funções.

Espero de facto que alguém, dos democraticamente eleitos, faça justiça ao cargo que ocupa.

Opinião de Mónica Neto, que enviou a: Presidente da República, Procurador-Geral da República, Primeiro-Ministro, Provedoria de Justiça, Director Geral de Saúde, Ministra da Saúde, Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Presidente da Assembleia da República, Comissão de Saúde da AR e grupos parlamentares de PS, PSD, PCP, PP, BE e PEV.

 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >
tit_otaemdebate.png
tit_esquerda.png
Esquerda 40: Não tem que ser assim
Leia aqui o jornal "Esquerda"
Clique na imagem para aceder ao Esquerda 40 em pdf
Outros números do jornal Esquerda
Assinatura do Jornal Esquerda
Participe
Crise Financeira Mundial
Reforma de 186 euros, depois de trabalhar 35 anos
O nosso leitor Armando Soares, conta-nos a revolta da sua esposa: "com a mesma idade que eu (60 anos) começou a trabalhar antes dos 10 anos, a descontar aos 14, sempre trabalhou, sempre descontou, até que um dia tinha ela 50 anos, o patrão resolveu fechar a empresa (...) Terminou o desemprego próximo dos 55 anos, meteu reforma antecipada, ganha actualmente 186 euros, trabalhou uma vida 35 anos, qualquer rendimento é maior do que o ordenado dela (...)".
Publicamos ainda opiniões de Luís Peres e José Lopes.

Ler Mais
Educação em Debate
© 2019 Esquerda.Net
Creative Commons License
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons.