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07-Ago-2008
Aspecto da cerimónia de pré-abertura dos Jogos de Pequim. Foto EPA/Kay Nietfeld
Com os Jogos Olímpicos de Pequim, o governo chinês quer mostrar ao mundo que o país entrou definitivamente na categoria das superpotências. Mas não está a conseguir livrar-se das acusações de violações de direitos humanos e de aplicar o capitalismo mais selvagem, que já criou 250 mil milionários, mas onde 700 milhões vivem com menos de dois euros por dia. No dossier, além dos artigos sobre os Jogos de 2008, passamos em revista a história das Olimpíadas da Era Antiga e da Era Moderna, e lembramos dois episódios em especial: a manipulação fracassada de Hitler em 1936, e o protesto dos negros dos EUA em 1968

Ignacio Ramonet escreve que estes Jogos celebram os 30 anos de reformas impulsionadas em 1978 por Deng Xiaoping, mas também apresentam os seus lados ocultos. Gilberto Scofield Jr. observa que estas Olimpíadas começam como umas das mais politizadas da História. Um artigo da agência de notícias AFP mostra que Durante os Jogos, os peticionários não são benvindos em Pequim. O excesso de zelo com a imagem da China e as medidas de segurança extremas adoptadas em Pequim correm o risco de transformar estas Olimpíadas na mais reprimida e tensa competição da História dos Jogos Olímpicos, diz Gilberto Scofield Jr. no artigo A segurança, a imagem e a Revolução Cultural Olímpica .

Passando para a história das Olimpíadas, lembramos 1936: Quando Hitler usou os Jogos para a propaganda do Reich, e 1968, o ano em que A luta contra o racismo irrompeu nas Olimpíadas. Finalmente, fazemos a cronologia dos Jogos da Era Antiga e da Era Moderna.Dossier cooordenado por Luis Leiria

 
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